Crime ocorreu na Baixada Fluminense; Polícia Civil investiga participação de vários suspeitos e busca identificar todos os envolvidos.
A menina de 13 anos que sofreu um estupro coletivo, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, só foi liberada viva depois que um dos criminosos percebeu que ela não era o alvo dos bandidos – eles tinham confundido ela com a namorada de um traficante de uma facção rival. Segundo as investigações, um dos criminosos recebeu uma ligação em meio as agressões e a menina finalmente foi solta. Ainda assim, antes, ainda foi agredida.
A adolescente contou que foi atingida por um tiro de raspão na cabeça e ameaçada pelos criminosos para não denunciar o crime. Segundo ela, os suspeitos afirmaram que, caso o ocorrido fosse comunicado às autoridades, seus familiares seriam mortos.
A Polícia Civil do Rio realizou uma operação, na manhã desta quarta-feira (11), para prender os traficantes envolvidos com o crime.De acordo com as investigações, a jovem foi confundida com a namorada de um criminoso de uma facção rival e levada ao chamado “tribunal do tráfico”, onde teria sido condenada ao estupro como forma de punição.Segundo a polícia, sete pessoas participaram do crime, incluindo uma mulher que segurou a vítima.
Entre os homens que cometeram a violência, estava um adolescente. Ao todo, os agentes visam cumprir 5 mandados de prisão e um de busca e apreensão. Os adultos foram identificados como:
Samir Luan Evangelista dos Santos
Matheus Eduardo da Silva Fernandes
Kalayne Aparecida Nascimento Teixeira
Fábio Rayan Santos de Jesus
Wellington de Medeiros da Silva – que já foi preso